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GALA DE ANIVERÁRIO

18 maio 2017















Sem ser programado para que assim acontecesse, aconteceu...
Dia 29 de Abril, aconteceu a Gala comemorativa do nosso 29º aniversário, no dia Mundial da Dança e se não há coincidências então há uma razão para tudo isto.
Há muito que programávamos fazer uma atividade no dia Mundial da Dança, mas por calhar num dia de semana, ou por compromissos já assumidos, ou por qualquer outro motivo, a verdade é que a atividade nunca se fez. ...
Este ano e sem darmos por isso, agendamos para esse dia a “nossa” Gala de Aniversário e desta forma a comemoração do dia Mundial da dança em Alviobeira veio acompanhada de glamour, brilho, cor, divertimento e muita emoção à mistura.
Numa Alviobeira que teimosamente faz acontecer, é possível encontrar durante todo o ano uma intensa atividade cultural, social e etno fololcórica, mas no mês de Abril, essa atividade é reforçada por se tratar do mês de aniversário do RFEA.
Este ano as atividades realizadas passaram pelo Serrar da Velha, a exibição dos Caminhos Cruzados, o almoço aniversário, o Festival de Folclore e a Gala de Aniversário, que reuniu na sala do CRCA um público espetacular composto de familiares, amigos, conhecidos e de várias pessoas para quem esta gala foi uma agradável surpresa.
Não precisamos de ir muito longe para sermos felizes, basta estarmos atentos a tudo que de especial vai acontecendo à nossa volta, e o que aconteceu foi simples, verdadeiro, intenso e importante para este Grupo.
Muito temos escrito neste mês de Abril, mas após a Gala o que fala mais alto são as fotos captadas pelo António Freitas, que revelam de uma forma única; sorrisos, olhares, gestos, expressões, sentimentos que falam mais que mil palavras.
Perante a felicidade e a alegria estampada nos rostos dos componentes do Rancho, fica apenas o silêncio e um orgulho naquilo que temos feito ao longo dos vinte e nove anos. Nem sempre compreendido, às vezes esquecido, apontado, odiado, outras enaltecido, amado, ajudado, este Grupo, do qual fazem parte componentes, familiares, amigos e até inimigos, tem conseguido ultrapassar as dificuldades com uma coragem gigante e uma força e querer ainda maiores. É desta forma que queremos continuar a trabalhar, acreditando que juntos podemos chegar mais longe.
Para além da participação do Rancho, contámos com a presença de alguns convidados que tornaram ainda mais especial esta Gala, e a quem agradecemos: Dora Antunes, Abílio Bernardo, António e Tiago do Canto Firme, Tomás Rodrigo, Manuel Mendes e José Carlos Maçarico, Ana Paula Silva e a Tuna da Universidade Sénior de Tomar.
A Gala ficou ainda mais doce com o bolo de aniversário oferecido pelo Sr. Armindo Silva e Esposa proprietários da Pastelaria Privilégio e mais colorida e cheirosa com os ramos de flores trazidos pela Isabel.
Sem dúvida que os melhores momentos são aqueles compartilhados com as pessoas que amamos e este foi sem dúvida “o momento”!

ALMOÇO ANIVERSÁRIO

20 abril 2017










Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si,
levam um pouco de nós.”
“O Principezinho” - Antoine Saint Exupery

D. Emília

09 janeiro 2017




Um dos principais objetivos de um Rancho Folclórico será o de recolher e preservar os usos e costumes de um povo e transmiti-los às gerações futuras.
Dito desta forma pode até parecer que gostamos de ficar presos a um passado e que ele nos aprisiona e nos impede de ir mais além. Quem conhece o nosso trabalho sabe que este passado que queremos preservar nunca nos impediu de ir mais além, de fazer diferente, de arriscar, de ousar, de caminhar sempre com os olhos postos no futuro, mas conhecendo a importância de conhecer o passado, para entender o presente e sonhar o futuro.
Ao longo dos vinte e oito anos do Rancho, já a caminho dos vinte e nove, fomos preservando uma entidade cultural, etnográfica, folclórica, social e comunitária à medida que fomos divulgando as raízes desta terra e das suas gentes.
Neste percurso, que chamamos de vida, muitas foram as pessoas que cruzaram o nosso caminho, com algumas, criámos empatia, partilhámos projetos e sonhos, convivemos, passando a fazer parte de nós, atrevo-me a dizer para sempre.
A saudade fica mais forte, aperta o peito e deixa os olhos rasos de lágrimas, quando vamos perdendo algumas dessas pessoas, que passaram pela nossa vida, pela vida deste Rancho, do Museu, da Associação, da Paróquia, da comunidade, da aldeia e que contribuíram com o seu trabalho, presença e apoio para o seu crescimento e desenvolvimento.
Não há como não sentir uma certa nostalgia e saudade dos momentos partilhados, dos episódios passados, das histórias vividas. É bom ter memórias, é bom fazer memória!
Nesta “nossa” terra, que felizmente também é a de muita gente, tivemos o privilégio de conviver com pessoas que sonharam o mesmo sonho e sempre nos apoiaram incondicionalmente ano após ano, dia após dia, atividade após atividade, fazendo desta Alviobeira uma terra onde acontece.
Quando perdemos o Sr. António Dias, dizemos que tínhamos perdido o nosso fã numero um, mas o Sr. António nunca estava sozinho, a seu lado estava a D. Emília e os dois, durante muitos anos, ocuparam as cadeiras da primeira fila, para assistir a muitas das atuações que este Rancho fez em festas, festivais, aniversários e momentos de convívio. Sentimos sempre da sua parte um apoio incondicional, uma presença que nos ajudava a continuar. Como era bom sentir os seus olhares orgulhosos quando dançávamos e ter a certeza dos seus aplausos.
Passados quase seis anos depois de nos despedirmos do Sr. António Dias  é agora  altura de nos despedirmos da D. Emília. Sabemos que partiu serena, assim com serena viveu a sua vida.
A nós RFEA, resta-nos agradecer a possibilidade que nos foi dada de conviver com ela.
O Rancho de Alviobeira sente-se triste, mas continuará a fazer memória da vida e história da D. Emília, assim de quantos contribuíram para aquilo que somos hoje.


Casamento da Elsa e do Mário

22 agosto 2016

Este fim-de-semana foi o casamento da Elsa e do Mário e nós estivemos lá. Quem faz parte desta família (Rancho) sabe bem que não podia ser de outra forma. A Elsa é filha do Sr. Manuel e da Miquelina e tanto os seus pais, como os seus irmãos e ela própria fizeram parte desta grande família. As circunstâncias da vida fizeram com que apenas hoje o Sr. Manel esteja no Grupo, mas isso não significa que esquecemos o contributo desta “grande” família para o crescimento do Rancho de Alviobeira. Uma família cheia de dotes artísticos, desde o canto, a dança, a música e de uma simpatia contagiante. E se o dia era de festa e de emoções e alegrias partilhadas, não foi possível deixar de sentir uma saudade gigante da Miquelina. Saudade da mãe, da cantadeira e da pessoa que foi e da importância que teve para o crescimento e união desta família. Aquilo que fizemos no casamento da Elsa não foi uma atuação, mas um fazermo-nos presentes neste momento tão especial da sua vida e uma forma de agradecimento a esta família por tudo aquilo que nos têm dado. Houve partilha de danças, de sorrisos e de memórias …. aquelas que nos enchem o coração e que dão sentido a tudo isto…

FESTA DE ANIVERSÁRIO

29 abril 2016

Longe de estar pronta, mas bonita e acolhedora o suficiente para receber a festa do 28º aniversário do RFEA, a antiga escola primária de Alviobeira, ganhou vida, cor, movimento, música e alegria...
O trabalho continuará, muito ainda há a fazer... mas o caminho faz-se caminhando...











Missa de Acção de Graças pelo 28º Aniversário

ATREVE-TE A VIVER POR AMOR




27º ANIVERSÁRIO

28 abril 2015





Estávamos na década de oitenta, a juventude em Alviobeira era numerosa, mais raparigas que rapazes. As raparigas eram jeitosas, pelo menos era o que diziam, e atraiam aos bailes e matinés muitos rapazes de localidades vizinhas. Eram famosas as matinés de Alviobeira, primeiro por baixo do palco, no que é hoje o salão de catequese e mais tarde na garagem do Sr. Albino, hoje propriedade do seu filho Raul. As tardes de domingo eram passadas a dançar e a conviver.
Era uma juventude diferente da de hoje em dia, nem melhor nem pior, apenas diferente, como também era diferente a sociedade daquele tempo.
Uma juventude que pouco ou nada tinha e que aprendeu a fazer do pouco muito, a divertir-se com pequenas grandes coisas.
Mas em Alviobeira, queria-se mais alguma coisa, e surgiu a ideia de um Rancho Folclórico, naquela altura pouco ou nada sabíamos de folclore, mas ávidos de aprendizagem depressa começamos a trabalhar, a pesquisar, a ouvir e aprender.
Foi uma animação, o primeiro carnaval, as recolhas, os ensaios, a compra dos tecidos, a primeira vez que vestimos o trajo, as primeiras atuações, as primeiras viagens, a descoberta uns dos outros, os primeiros namoros…
Seguiram-se anos intensos de descoberta e aprendizagem.
Ao Grupo inicial, do qual ainda fazem parte oito componentes, muitas outras pessoas se foram juntando ao longo do tempo, e da presença e do trabalho de todos, este Rancho tornou-se naquilo que é hoje.
Este ano o dia 24 de Abril, dia do nosso aniversário, calhou a uma sexta-feira, dia de ensaio. Mas esta sexta-feira foi diferente. Foi uma noite para recordar a década de oitenta, e se aos que tinham entre dezasseis e vinte poucos anos naquela altura, esta festa foi um reavivar de tantas memórias, para os mais novos acredito que foi igualmente divertido. Vestidos e penteados a rigor, começamos por fazer um passeio nocturno por esta Alviobeira que nos viu nascer e crescer, e acabámos a noite na nossa discoteca improvisada “Poitenta”, que estava um espectáculo. E dançamos, a noite toda.
O S. Pedro ainda ameaçou, mas nem ele foi capaz de resistir a esta noite anos oitenta, e deu-nos uma noite soberba.
Ficam aqui algumas fotos, tiradas pelo nosso amigo José Júlio Ribeiro, para mais tarde recordar.

Ti Manel da Concertina

05 maio 2014

A grandeza é simples… humilde Quando o Ti Manel apareceu com um ramo de flores na mão, naquele seu caminhar meio articulado que lhe é tão próprio, com um sorriso maroto que ainda hoje mantêm, foi para mim, o melhor momento deste dia de Festival, e olhem que as emoções foram muitas. Adoro o Ti Manel, e se há coisas que tenho saudades é das conversas que tínhamos todas as sextas feiras, antes dos componentes chegarem para o ensaio, ali mesmo no palco, sentados num banco de madeira. Falávamos de tudo, histórias passadas, relatos da sua vida, culinária, tempo, sementeiras, atualidade, politica… Sobre tudo o Ti Manel tinha uma opinião, e sempre fundamentada e sábia. Quando sentiu que não conseguia acompanhar o Rancho, sem dar trabalhos, bastou uma atuação onde não conseguiu acertar com a escovinha, para perceber que a partir daquele momento passaria a acompanhar o Rancho não no palco, mas na primeira fila… e fê-lo sem rancores, sem ressentimentos, com a dignidade e a sobriedade que lhe é familiar. Não descansou enquanto não me entregou pessoalmente a sua concertina. Fiquei a admirá-lo ainda mais! E pedi a Deus, que um dia conseguisse ter a mesma lucidez e capacidade do Ti Manel. Lembro-me da primeira vez que vi o Ti Manel, com as suas botas de borracha, o seu bigode que lhe dava e dá um ar maroto, e dos sorrisos que causou em nós naquele altura “Tennager’s” inconscientes. Lembro-me das gargalhadas quando aparecia para cantar os reis, mais parecia um homem do espaço, quantas eram as camisolas e calças que vestia… Lembro-me dos raspanetes que lhe dei, quando sorrateiramente ficava esquecido no autocarro, para ver as raparigas a trajarem-se… E lembro-me da subtileza com que o fazia… Lembro-me dos nossos olhares quando tinha dificuldades em “arrancar” com as músicas… E amo… cada um desses momentos… Aprendi e continuo a aprender muitas coisas com o Ti Manel… Talvez a mais importante e que continuo a ter mais dificuldade em apreender é a calma e a serenidade com que faz todas as coisas... desde o comer, ao vestir, ao trabalho.. Tudo tem o seu tempo, o seu método, a sua maneira de fazer… Admiro no Ti Manel … a grandeza da sua simplicidade. Nela

A Srª. Amélia fez 100 anos e nós estivemos lá

28 outubro 2013

Outubro de 1913… ano em que nasceu a D. Amélia. Foi no passado dia 19 de Outubro que fomos dançar ao aniversário da D. Amélia, que festejou a bonita idade de 100 anos. A D. Amélia é avó da Celine (componente do Rancho há 19 anos) e que actualmente está a trabalhar em Angola com o seu marido, mas que fez questão de marcar presença no aniversário da sua avó, a ocasião assim o exigia. Desde há muito que tínhamos combinado estar presentes, afinal somos uma família e a D. Amélia é para nós uma avó… bisavó e até trisavó. Sorridente, bem-disposta, faladora, ao lado da sua irmã de 95 anos e de muitos amigos e familiares, foi assim que encontrámos a D. Amélia. Dançamos danças do seu tempo e de muitos que ali estavam… é nestes momentos que o nosso trabalho ganha todo o sentido, demos por nós a comentar: “são eles que verdadeiramente nos compreendem”… uns sorrisos de rasgar a cara, uns olhares brilhantes, uma atenção a tudo o que se dança e canta… sim afinal aquilo que somos e representamos, fez parte das suas vidas, da sua juventude… … momentos difíceis, mas onde foram genuinamente felizes. E nós fomos ali tão felizes! A idade ganha um colorido diferente, e compreendemos que a felicidade está naquilo que somos!

Adeus Miquelina

07 fevereiro 2013

Hoje recebemos uma triste notícia. O falecimento da “Micas, era assim que tratávamos carinhosamente a Miquelina.
A Miquelina entrou no Rancho em 1991, saiu em 1996 por razões pessoais, regressando em Março de 2008.
Este ano, o Rancho celebra as suas bodas de ouro e está agendado para Abril uma exposição intitulada “Quem somos”. Para esta exposição temos vindo a recolher testemunhos de todos os componentes sobre as motivações que levaram cada um a entrar no Rancho. Por estes dias recebi o testemunho da Miquelina que dizia assim:

Dei entrada no RFEA em 1991, saindo em 1996 por razões pessoais. Pelas boas recordações que tinha, entrei novamente em Março de 2008. Bons momentos: a viagem a Espanha, a viagem ao Algarve, a ida ao Alentejo, as nossas paródias, o nosso convívio, o respeito que existe uns pelos outros, a passagem dos todos os meus filhos pelo Rancho, que tanto adorei. Estas saudades, trouxeram-me novamente ao Rancho.”
Miquelina Rodrigues

E nós, Micas, ficámos felizes pelo seu regresso, não porque alguma vez tivéssemos sentido que tinha deixado de fazer parte deste Grupo, mas porque sentíamos saudades de privar consigo mais de perto. Por este Rancho passou todos os seus filhos, e atualmente, desde 2010, o seu marido fazia também parte do Grupo.
Uma família onde todos os seus elementos contribuíram para o crescimento deste Rancho. Lindo! São muitas as memórias, os bons momentos que partilhámos.
Fica a saudade, enorme!
E as recordações, muitas!

Adeus amigo!

27 fevereiro 2012


Escrevemos um nome no céu
Com mil passos de dança por dar…

O Bruno também passou pelo Rancho Folclórico e Etnográfico de Alviobeira.
Bem disposto, brincalhão, bom dançarino, bom amigo…
Por motivos pessoais o Bruno saiu do Rancho, mas ficou nas nossas memórias e nos nossos corações.
Nos últimos anos, por motivos profissionais, não tínhamos muito contacto com ele, o que não impediu que continuasse a ser um dos nossos, porque quem por este grupo passa, nunca deixa de pertencer a esta grande família.
Foi com tristeza que soubemos da sua partida, não é fácil compreender e aceitar…o Bruno tinha apenas trinta anos…
Mas o que conta não são os anos que vivemos mas aquilo que vivemos nos nossos anos…
E o Bruno viveu de uma forma comprometida com a família, a comunidade, os colegas, os amigos...
Ficam as recordações de tudo o que passámos, e a saudade dos momentos de amizade e companheirismo.

A Matilde nasceu!

13 dezembro 2011

O novo elemento do Rancho Folclóricode Alviobeira já nasceu!

A nossa estrelinha, chama-se Matilde e nasceu no dia 8 de Dezembro, com 2,64Kg. Parabéns aos papás babados! (Cláudia e Carlos).

Não poderia haver melhor presente de Natal!