Ao qual um dia cada um de nós chegou.
Rostos diferentes, pessoas diferentes, com diferentes expectativas e motivações.
Chegámos à família folclorista, e nela aprendemos e crescemos.
É neste espírito de entrega, de partilha, de mãos dadas e corações ligados que construímos a teia da nossa amizade, que nos liga e prende.
Sabemos que um vez apanhados por esta teia, ninguém se poderá libertar.
Há quem lhe chame amizade, terra nua, onde se cruzam mãos abertas e se trocam sorrisos não poluídos, espelho liso onde os rostos têm uma só face e as palavras um sentido.
É procura nunca saciada e encontro por celebrar. É quadro negro onde se soletra e aprende a coragem. Onde o impossível é possível, o medo apenas desafio e a derrota se escreve com o r do recomeça. É cântico de colheita, amassado em suor com música de comunhão.
Há quem lhe chame tudo isto, nós chamamos-lhe simplesmente a magia do folclore.