21 agosto 2011






Mais uma festa de verão, organizada pelo Rancho e Conselho Pastoral. Como isso não bastasse ainda tivemos que nos repartir por um Festival de Folclore na Maia, e uma actuação em Alviobeira (integrada na festa).
Acreditem isto não é para todos! Só mesmo um grupo destemido, unido, e um pouco louco embarca nesta aventura.
Quatro longos dias, onde o cansaço teimou por vezes em aparecer, mas que logo foi afastado pelo querer fazer as coisas bens, pelo empenho que colocamos naquilo que fazemos.
Mais uma vez o Rancho provou, (como tivesse necessidade disso), que a união e a amizade são os motores necessários para realizar todos os nossos sonhos e projectos.
E quando assim é, não há nada nem ninguém capaz de destruir esta força, que nos mantém unidos e felizes, a força da amizade que tudo pode, tudo une, tudo ultrapassa, até mesmo os nossos próprios limites.

Festa de Alviobeira!

09 agosto 2011

A festa de Alviobeira está quase aí!
Contamos com a sua presença
Apareça!
Conviva!


Voltámos ao Reguengo da Parada

28 julho 2011





Foi só chegar ao Reguengo da Parada (Caldas da Rainha) para muitos recordarem alguns recantos desta terra que nos acolheu à onze anos atrás.
É verdade, passados onze anos, voltámos a participar no Festival de Folclore do Rancho Folclórico e Etnográfico do Reguengo da Parada.
É bom saber que ao longo dos anos vamos deixando boas recordações e amizades.
É bom saber que ao fim de onze anos ainda conseguimos reencontrar caras desse tempo, gente que continua ligada ao grupo, gente que não desiste, que continua a dar tudo pelo Folclore.
Fomos muito bem recebidos, sentimo-nos em casa, como acontece quando nos encontramos entre amigos.
O Folclore tem destas coisas, muitas são as amizades que vamos deixando pelo caminho, amizades que nem o tempo nem a distância arrefecem. Amizades sem cerimónias… amizades simples…. simples amizades…

Que bom rever os nossos amigos!

15 julho 2011




No fim do cortejo dos Tabuleiros, e da animada viagem em carrinha aberta para Alviobeira, ainda houve energia para o jantar com a “nossa” Celine. Foi pena nem todos poderem ir, mas compreende-se pelo facto de ter sido um fim-de-semana complicado.
Que bom foi poder estar com a Celine, pena ser por pouco tempo. (a Celine regressa a Angola já para a semana). Ficamos à tua espera. Fazes-nos falta!

Viva a Festa!








A felicidade é feita de pequenos momentos. Parece uma frase feita, mas não é.
Não foi para aqueles que participaram no passado domingo, no Cortejo da Festa dos Tabuleiros
Alguns de nós estiveram presentes, como não podia deixar de ser.
Mais um grande momento na vida deste Rancho.
Que emocionante participar nesta grande festa do nosso concelho.
Os nossos tabuleiros estavam lindíssimos (parabéns Srª Adelina), e as “meninas” com trajos novos ficaram ainda mais bonitas.
Fica aqui apenas um reparo (e não uma crítica), lamentamos o facto de não levar na nossa fita o nome de Alviobeira, e podem-nos chamar o que quiserem: pategos, foleiros, campónios, a verdade é que para nós que amamos esta terra de alma e coração, que levamos o seu nome por este país através do folclore, que lutamos pela divulgação dos seus costumes, tradições e património, apenas achamos se tratar de um acto de amor (e nem todos são obrigados a compreender isto).

Para além da nossa festa, tivemos uma actuação no sábado em Santiago (Viseu).
Depois do Cortejo Parcial que ocorreu na manhã de sábado e dos deliciosos almoço que nos foi oferecido pela Junta de Freguesia, só houve tempo de ir a casa, mudar de fato, fazer a mala e rumar a Viseu.
Para aqueles que não conheciam ou que já não se lembravam de Viseu, ficou uma admiração enorme por esta terra, principalmente pela beleza dos espaços verdes, da originalidade das muitas rotundas existentes, da limpeza da cidade. Que bonita está Viseu!
No prolongamento da cidade, ali mesmo juntinho, está Santiago, uma aldeia que embora a sua proximidade com a cidade mantém alguns traços originais.
Gostámos muito da bonita capela, uma obra recente, mas muito acolhedora, com um vitral no altar espectacular.
A actuação correu bem, foi pena o palco escorregar tanto. Tivemos algumas dificuldades em dançar naquele palco que mais parecia “manteiga”.

Foram dias longos, cansativos…. Mas intensos!

A época de Verão já começou!

07 julho 2011

Voltaram os fins-de-semana com actuações e mais actuações.
Não nos estamos a queixar, embora cansativos, estes fins-de-semana são momentos únicos de convívio e diversão. É óptimo estarmos juntos, e melhor ainda ter a oportunidade de subir ao palco e mostrar o nosso folclore por este país fora, o que muito nos orgulha.
No dia 26 de Junho rumámos até Arzila. Embora fosse muito o calor, o que provocou algumas mazelas físicas, o espaço e o ambiente eram muito agradáveis.
Gostámos imenso de estar em Arzila embora tivesse sido difícil lidar com o tempo quente e com uma actuação à tarde, pensamos que o Rancho de Arzila teria ganho se optasse por fazer a actuação à noite (apenas uma sugestão).
No dia 2 de Julho ficámos pela nossa terra, e participámos no Festival do Rancho Folclórico “Os Camponeses de Minjoelho”.
No Jardim do Mouchão, já com o ambiente da Festa dos Tabuleiros presente, foi um Festival com um gostinho especial.
O próximo fim-de-semana avizinha-se complicado. Iremos participar na festa dos tabuleiros, e no sábado partimos até Viseu para participar no Festival de Folclore do Rancho Folclórico As Cabacinhas de S. Tiago – Viseu.

Mas já estamos habituados as estas andanças…

Noite de Fados!

27 maio 2011



O Rancho de Alviobeira organizou no passado sábado uma noite de fados, que contou com a presença do Grupo de Fados da ESART de Castelo Branco. Este grupo é constituído por pessoas de vários cursos que têm em comum o gosto pela música, neste caso pelo fado, para além da ousadia e da coragem para embarcar neste projecto, o que é louvável.


Neste grupo participa a Dora, componente do Rancho que encantou os presentes com a sua voz e postura, não fosse ela filha desta terra e do Rancho. Embora os nervos fossem muitos (o peso de cantar em casa nem sempre é fácil de suportar e a responsabilidade parece nestes momentos ser ainda maior) a Dora esteve à altura de uma profissional e merece o nosso apoio e incentivo. Acreditamos no seu talento e na sua garra. O Grupo é composto por um violino, 2 violas e uma guitarra portuguesa, para além de várias vozes, embora em Alviobeira estivessem apenas presentes mais duas vozes femininas.
A este grupo, jutaram-se alguma vozes do público, mais experientes, aos quais muito agradecemos pela sua participação e generosidade.