O descanso merecido do Guerreiro!

22 agosto 2011




Já merecíamos um fim-de-semana no “nosso” paraíso.
Depois da festa de Alviobeira, nada melhor para recuperar energias que um dia passado entre amigos no Escoral.
Que bom, comer uma sardinhas assadas com uma saladinha de tomate, deitar conversa fora, partilhar histórias antigas, dormitar na cadeira de baloiço, dar um passeio até ao pego, mergulhar nas suas águas geladas…
Que bom estar entre amigos, aqueles que para nós são família… tantos são os momentos que partilhamos e vivemos.

Ainda a Festa de Alviobeira




Ainda a Festa de Alviobeira!

Algumas das equipas que participaram na festa. Falta aqui muitas pessoas nas fotos, mas não houve tempo para mais fotografias.

21 agosto 2011






Mais uma festa de verão, organizada pelo Rancho e Conselho Pastoral. Como isso não bastasse ainda tivemos que nos repartir por um Festival de Folclore na Maia, e uma actuação em Alviobeira (integrada na festa).
Acreditem isto não é para todos! Só mesmo um grupo destemido, unido, e um pouco louco embarca nesta aventura.
Quatro longos dias, onde o cansaço teimou por vezes em aparecer, mas que logo foi afastado pelo querer fazer as coisas bens, pelo empenho que colocamos naquilo que fazemos.
Mais uma vez o Rancho provou, (como tivesse necessidade disso), que a união e a amizade são os motores necessários para realizar todos os nossos sonhos e projectos.
E quando assim é, não há nada nem ninguém capaz de destruir esta força, que nos mantém unidos e felizes, a força da amizade que tudo pode, tudo une, tudo ultrapassa, até mesmo os nossos próprios limites.

Festa de Alviobeira!

09 agosto 2011

A festa de Alviobeira está quase aí!
Contamos com a sua presença
Apareça!
Conviva!


Voltámos ao Reguengo da Parada

28 julho 2011





Foi só chegar ao Reguengo da Parada (Caldas da Rainha) para muitos recordarem alguns recantos desta terra que nos acolheu à onze anos atrás.
É verdade, passados onze anos, voltámos a participar no Festival de Folclore do Rancho Folclórico e Etnográfico do Reguengo da Parada.
É bom saber que ao longo dos anos vamos deixando boas recordações e amizades.
É bom saber que ao fim de onze anos ainda conseguimos reencontrar caras desse tempo, gente que continua ligada ao grupo, gente que não desiste, que continua a dar tudo pelo Folclore.
Fomos muito bem recebidos, sentimo-nos em casa, como acontece quando nos encontramos entre amigos.
O Folclore tem destas coisas, muitas são as amizades que vamos deixando pelo caminho, amizades que nem o tempo nem a distância arrefecem. Amizades sem cerimónias… amizades simples…. simples amizades…

Que bom rever os nossos amigos!

15 julho 2011




No fim do cortejo dos Tabuleiros, e da animada viagem em carrinha aberta para Alviobeira, ainda houve energia para o jantar com a “nossa” Celine. Foi pena nem todos poderem ir, mas compreende-se pelo facto de ter sido um fim-de-semana complicado.
Que bom foi poder estar com a Celine, pena ser por pouco tempo. (a Celine regressa a Angola já para a semana). Ficamos à tua espera. Fazes-nos falta!

Viva a Festa!








A felicidade é feita de pequenos momentos. Parece uma frase feita, mas não é.
Não foi para aqueles que participaram no passado domingo, no Cortejo da Festa dos Tabuleiros
Alguns de nós estiveram presentes, como não podia deixar de ser.
Mais um grande momento na vida deste Rancho.
Que emocionante participar nesta grande festa do nosso concelho.
Os nossos tabuleiros estavam lindíssimos (parabéns Srª Adelina), e as “meninas” com trajos novos ficaram ainda mais bonitas.
Fica aqui apenas um reparo (e não uma crítica), lamentamos o facto de não levar na nossa fita o nome de Alviobeira, e podem-nos chamar o que quiserem: pategos, foleiros, campónios, a verdade é que para nós que amamos esta terra de alma e coração, que levamos o seu nome por este país através do folclore, que lutamos pela divulgação dos seus costumes, tradições e património, apenas achamos se tratar de um acto de amor (e nem todos são obrigados a compreender isto).

Para além da nossa festa, tivemos uma actuação no sábado em Santiago (Viseu).
Depois do Cortejo Parcial que ocorreu na manhã de sábado e dos deliciosos almoço que nos foi oferecido pela Junta de Freguesia, só houve tempo de ir a casa, mudar de fato, fazer a mala e rumar a Viseu.
Para aqueles que não conheciam ou que já não se lembravam de Viseu, ficou uma admiração enorme por esta terra, principalmente pela beleza dos espaços verdes, da originalidade das muitas rotundas existentes, da limpeza da cidade. Que bonita está Viseu!
No prolongamento da cidade, ali mesmo juntinho, está Santiago, uma aldeia que embora a sua proximidade com a cidade mantém alguns traços originais.
Gostámos muito da bonita capela, uma obra recente, mas muito acolhedora, com um vitral no altar espectacular.
A actuação correu bem, foi pena o palco escorregar tanto. Tivemos algumas dificuldades em dançar naquele palco que mais parecia “manteiga”.

Foram dias longos, cansativos…. Mas intensos!