Tirámos os trajos do guarda-roupa, pois a época de Inverno é mais fraca em termos de manifestações etno-folclóricas, e vestimos os nossos trajos, que tanto amamos e respeitamos.
Depois de algumas danças, houve tempo para uma apreciação mais pormenorizada aos trajos.
Claro que ainda nos divertimos com o à vontade do ti Manel, e nos deliciámos com a sua maneira de ser tão genuína, com a simplicidade com que toca a sua concertina.
Achamos importantes as visitas dos CTF aos grupos, permitem que os Ranchos sejam observados mais de perto, podendo em conjunto melhorar a representação do Grupo, após a correcção de pormenores que podem marcar a diferença num Rancho Folclórico.
Acreditamos que o processo de aprendizagem é contínuo e para sempre, não sabemos tudo, mas estamos sempre dispostos a aprender e a progredir. Em primeiro lugar estará sempre o respeito pelo Folclore e pela cultura dos nossos antepassados.
No final ainda houve tempo para a fotografia de família.