Presépio ao Vivo
26 dezembro 2014Publicada por Rancho F. E. Alviobeira 1 comentários
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Presépio ao Vivo
19 dezembro 2014Publicada por Rancho F. E. Alviobeira 0 comentários
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Ronda das Adegas
Para quem se atreveu a fazer a Ronda das Adegas organizada pelo RFEA,no passado dia 31 de Novembro, não deu por perdido o seu tempo. Para nós que organizámos o evento, foi o culminar de duras semanas de trabalho.
A escolha das adegas e limpeza das mesmas, a selecção do percurso, a organização de toda a logística referente ao material utilizado e refeições, espalhadas por vários locais, todos os momentos de animação, foram pensados ao pormenor para que tudo corresse bem, sem falhas e de forma a proporcionar aos participantes uma Ronda que ficasse na memória.
E como de manhã é que se começa o dia, a concentração foi marcada para as 8H30, se para muitos parecia ser de madrugada para um domingo, onde se aproveita para dormir mais um pouco, para nós componentes, à muito acordados, tal era a ansiedade, parecia estarmos já a meio da manhã.
Na concentração, junto ao Museu, foi entregue a cada pessoa, uma caneca e uma saca de pano. E logo ali foi feito o mata-bicho, um golo de aguardente e uma passa de figo para começar bem o dia.
Reunido o pessoal, deu-se início à caminhada e à aventura.
Na parte da manhã foram visitadas sete adegas e uma taberna, situadas em Alviobeira, Manobra, Freixo, Calvinos e Ceras, descansando na Runfeira por volta das 14H para o Jantar e da parte da tarde mais duas adegas em Alviobeira, terminando no Museu de Alviobeira, onde se faziam uns velhoses de comer e chorar por mais.
As adegas, todas elas diferentes, foram escolhidas pela sua tipicidade. A maioria encontra-se desactivada, fazendo parte de casas desabitadas, e que obrigaram à intervenção da nossa “brigada de limpezas”, eficiente e “assustadora”, outras ainda se mantêm em funcionamento e bem cuidadas pelos seus proprietários.
No decorrer das visitas às adegas, descobrimos ainda muitos utensílios de trabalho e muitas outras peças tão valiosas para nós e que correm o risco de apodrecer neste locais, este fato alertou-nos para a necessidade urgente de fazer-mos novas recolhas, por forma a recuperar e a preservar essas peças.
A ronda da Adegas pretendia dar a conhecer algumas adegas, provar o vinho produzido por nós, conhecer locais tão bonitos da nossa terra e conviver, pensamos ter conseguido atingir todos os objectivos.
O dia passou-se sem dar-mos por isso, o convívio foi saudável, relembrando-nos que é nas coisas simples da vida que reside a maior felicidade, e que nada é capaz de igualar a alegria do convívio saudável e do que ele pode fazer por cada um de nós e pela comunidade.
Aos donos das adegas o nosso muito obrigado, pela disponibilização do local e pela colaboração total, a todos que participaram na ronda um obrigado por confiarem naquilo que este Rancho é capaz de fazer e por “embarcarem” nos nossos projectos, prometemos continuar a trabalhar e a surpreender.
Um obrigado ao Sr. José Manel e ao Sr. Manuel por nos acompanharem com a seus cavalos e à Paula pela cedência da Julieta que já faz parte da família.
Um obrigado ao José Júlio Ribeiro pelas belíssimas fotos.
Mais uma vez o RFEA provou a sua capacidade de trabalho. Onde todos ajudam, nada custa. Aos componentes, companheiros de trabalho e diversão, de alegrias e tristezas, de sonhos e “loucuras”, um obrigado do tamanho do mundo por serem quem são. Sem cada um de vós, este Grupo não seria o que é hoje.
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Participação no Mercado de S. Domingos de Benfica
17 novembro 2014Publicada por Rancho F. E. Alviobeira 0 comentários
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Mercado à moda Antiga - foi assim...
29 outubro 2014
A persistência realiza o impossível.
O mercado à Moda antiga começou há muitos dias para os componentes do Rancho de Alviobeira.
Tantos foram os pormenores pensados com antecedência para que o mercado fosse um sucesso.
O sábado começou bem cedo com a preparação dos bolos, do pão, das brendeiras com petingas, do arroz doce, das pataniscas, das petingas…
Ao final da tarde a garagem da Cidália, o nosso “armazém” de serviço, começou a encher-se devido à generosidade de tantos. Os cheiros ainda mais intensos devido à humidade, começavam a encher o espaço e a criar no íntimo de cada um de nós, o desejo de que o dia do mercado chegasse o mais rápido possível.
E cada um foi chegando ao armazém com qualquer coisa para o mercado, cebolas, batatas, couves, marmelos, limões, flores, nozes, amêndoas, castanhas, pão, broas, brendeiras, ervas e chás da Ti Júlia…
Nós lá íamos dividindo os produtos, colocando-os nos cestos de verga e nas canastras e fazendo os preços…
Na rua, os homens tratavam dos currais para os animais.
Se a véspera do mercado por um lado é um dia longo, agitado, de grande stress, por outro proporciona momentos únicos de convívio e animação.
No domingo o despertador tocou bem cedo, muito era o trabalho a fazer.
A noite tinha sido chuvosa, mas a esperança de um dia com um céu nublado com algumas abertas era muita.
Colocámos as tasquinhas e os produtos para venda na rua.
Os animais: burros, porcos, galos, galinhas, vitelos, cabritos, ovelhas, cavalos, começaram a chegar.
E aos poucos a rua do Comércio ganhou uma nova vida e um novo colorido.
Pelas 9H tudo estava pronto para começar a venda, mas a chuva parecia ainda estar mais ansiosa pelo nosso mercado e marcou presença desde a abertura até ao final.
Mas o mercado fez-se mesmo debaixo de chuva que em certas alturas era de tal forma intensa que nos obrigava a proteger tudo e a procurar o abrigo mais perto. Mas quando a chuva abria tréguas, o mercado ganhava novamente vida. Aquecia-se os pés e a roupa na fogueira que estava pensada para fritar os velhoses mas que acabou por ter outra utilidade, bebia-se um café da “chicolateira”, e apregoava-se os produtos, cada um tentando criar o pregão mais divertido e apelativo… e a venda continuava…
À volta da fogueira ouvia-se histórias contadas pela comadre Luísa e brincava-se com o fumo, já que antigamente se costumava dizer que o fumo perseguia as mais formosas.
Á hora do almoço juntámo-nos debaixo do telheiro do Zé da Loja e da Cidália, e partilhámos os almoços. Assamos a carne trazida pelo Sr. José Manel e os colhões de porco que o António Freitas tinha comprado, as migas, arroz, galinha, e tantas outras coisas trazidas pelos componentes, e comemos, bebemos, conversámos e brincámos. São estes momentos que fazem de nós aquilo que somos.
Quando há coisas que não conseguimos controlar, o único remédio é aproveitar o momento e retirar dele o melhor que podemos. E o melhor é sempre o convívio, a alegria, a generosidade de tantos que mesmo a chover quiseram marcar presença no nosso mercado.
No final do dia, já com as coisas guardadas na garagem, que mais parecia estar pronta para outro mercado, tal era a confusão, com os dedos dos pés e das mãos enrugados, com o corpo cansado e regelado, o trajo a pesar uma tonelada, ouvia-se as vozes animadas desta gente que tanto admiro, que não baixa os braços perante os contratempos, que ri quando muitas vez mais apetece chorar, que não tem medo de nada, que tenta transformar as catástrofes em momentos de aprendizagem e crescimento… esta gente que às vezes zanga-se, grita e ralha, mas que se ama e respeita, como uma família.
Uma família que não se fecha em si própria mas sempre aberta a novos membros, a novas ideias, a novos saberes.
Os agradecimentos, esses são muitos, porque muitas são as pessoas que nos ajudam e fazem acreditar que vale a pena continuar.
Embora os melhores agradecimentos sejam aqueles que vão para além das palavras e traduzem-se em gestos, deixamos aqui o nosso muito obrigado aos componentes pela persistência e loucura, aos donos dos animais pela boa vontade, aos visitantes pela generosidade, aos comunicadores e reportes de imagem pela divulgação, aos amigos pela dedicação.
O que não nos mata, torna-nos mais fortes, e aqui estamos nós mais fortes, mais unidos, com mais força para os próximos mercados e projectos que aí vêm.
Para acabar o ano, lá para o primeiro ou segundo fim-de-semana de Novembro, dependendo da cozedura do vinho, haveremos de aquecer a alma e o coração com o “nosso” vinho nas adegas mais tradicionais da aldeia na Ronda das Adegas a nossa última atividade de 2014, ou não, já que este Rancho não pára e Alviobeira Acontece
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Cheiros e Sabores
30 setembro 2014
Agir, eis a inteligência verdadeira.
Serei o que quiser. Mas tenho que querer o que for.
O êxito está em ter êxito, e não em ter condições do êxito.
Condições de palácio tem qualquer terra larga, mas onde estará o palácio se não o fizeram ali?
Fernando Pessoa
Os diversos lugares da antiga freguesia de Alviobeira (hoje anexada ao Casais dando lugar à União de freguesias Casais Alviobeira) e o Rancho Folclórico e Etnográfico de Alviobeira em parceria com o CPP, uniram-se mais uma vez para realizar a 8ª Mostra de Cheiros e Sabores e Encontro de Folclore Infantil no adro da Igreja de Alviobeira.
Se a Mostra de Cheiros e Sabores continua a realizar-se ano após ano, deve-se ao empenho de todos os lugares (Ceras, Chão das Eiras, Freixo, Manobra, Portela de Nexêbra e Alviobeira) que não poupam esforços para rechear a sua tasquinha com os mais variados pitéus, capazes de fazer crescer água na boca. Este ano não foi excepção e mais uma vez a oferta foi grande e variada.
A “nossa” agua pé fez sucesso, a contar pelos vários litros vendidos. Falta agora esperar pelo “nosso” vinho que esperamos estar pronto lá para Novembro quando fizermos a Ronda das Adegas, prevista para o dia 2 de Novembro.
Embora o sol tenha raiado logo cedo, fazendo prever um dia agradável e propicio ao convívio saudável entre a comunidade, que continua a ser o grande objetivo desta festa, por volta das 17 H, a chuva apareceu e todos os abrigos foram poucos para as muitas pessoas que ali se encontravam. Depois de uma hora de chuva intensa e continuada, S. Pedro abriu tréguas e ainda deixou atuar os mais pequenos.
Por volta das 19H subiu ao palco o Grupo Infantil Danças e Cantares da Chamusca e o Rancho Infantil de Alviobeira que tentaram animar a festa com as suas danças e cantares, embora as condições já não fossem as melhores.
A tarde foi animada pelos quadros etnográficos desta vez dedicados ao ciclo da vinha e do vinho, promovidos pelo RFEA. A adesão foi grande e mais uma vez agradecemos todo o carinho e todas as palavras de incentivo. Foi por brincadeira que iniciamos o ano passado os quadros etnográficos –estátuas vivas, e que temos vindo a treinar e a melhorar. Mas como normalmente as nossas brincadeiras torna-se em casos sérios, enquanto ficámos à espera no que isto possa dar, vamos fazendo…. ainda temos muito que aprender, mas o caminho faz-se caminhando.
O adro foi preparado ao pormenor, quase que parecia que as cepas tinham nascido ali mesmo e criou-se um ambiente engraçado, capaz de fazer recordar a muitos momentos passados e a outros ensinar como se processa o ciclo do vinho.
Passado Os cheiros e Sabores, já estamos em preparação para os dois mercados que aí vêm.
Dia 5 de Outubro em Tomar e dia 12 em Alviobeira, na Rua do Comércio.
Fotos Isabel e Teresa Freitas, Arnaldo Lopes e José Júlio Ribeiro
As fotos dos quadros etnográficos estão belas, mas aguardamos mais fotos das tasquinhas que estavam também muito bonitas e recheadas.
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MOSTRA CHEIROS E SABORES
19 setembro 2014Publicada por Rancho F. E. Alviobeira 0 comentários
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INTIMIDADES
07 agosto 2014Publicada por Rancho F. E. Alviobeira 0 comentários
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